20 outubro 2010

Namoro Cristão

Namoro Cristão


Como ser puros em dias nos quais a sexualidade é tão explorada? Não é muito fácil! Hora após horas nos deparamos com o diabo oferecendo um cardápio “convidativo”, mexendo com nossos sentidos. Ao ligarmos a TV, lá está o maligno usando o erotismo com toda as suas forças; sãos as novelas e os filmes pornográficos (inclusive, o servo de Deus não deve assistir novelas ou filmes pornô); os programas humorísticos, são verdadeiros exploradores da sexualidade; nas revistas mulheres seminuas são tratadas como mercadorias à venda na feira e nas propagandas o nudismo vende de arroz a carros importados; na escola é o assunto das rodinhas de “amigos” que influenciam a muitos que se dizem “crentes”; no trabalho, é o assunto preferido dos companheiros e até na igreja os relacionamentos entre os jovens são imorais à semelhança do mundo.

A resposta de como ser puros neste mundo e:

"Guarda-te para que não sejas também tentado”. Gl 6.1

Este é o mandamento deixando por Deus a todos, sejam jovens ou anciãos!
É preciso ser cheio do Espírito Santo, andar em santidade, retidão e com o coração transbordando de amor pelo Eterno, este amor nos constrange a vivermos segundo os Seus preceitos. É provável que o nosso amor pelo Pai, nos colocará em algumas situações difícil, em relação à vida social ou mesmo profissional.

“Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça...” Mt 6.33

“Ninguém pode servir a dois senhores; ... Não podeis servir a Deus e às riquezas.” Mt 6.24

Amados do Senhor, melhor é servir a Deus exclusivamente, buscando colocá-Lo em primeiro lugar em todos os aspectos de nossa vida. Primeiro a vontade de Deus, em seguida a nossa! Assim deve ser a vida do Servo.

Servo de Deus: Padrão, Modelo (1Tm 4.12 e Tt 2.7)

O diabo sabiamente através de muitos canais tem ensinado que a juventude precisa aproveitar a vida, curti-la ao máximo; e nessa idéia louca, muitos pratos são apresentados, em seu interior manjares com aromas agradáveis e aparência que enche os olhos tem seduzido a muitos, destruindo totalmente as vidas.

Infelizmente é a conseqüência do pecado, da inobservância das orientações do Senhor; que
ensina-nos a dizer não ao mundo.

O maligno tem sabido manipular com grande astúcia aos homens e dissimuladamente planta em suas mentes, vazias do Espírito Santo, a aparência do mundo. Leva ao homem a pensar segundo os princípios da terra e a assimilar suas práticas. É comum encontrarmos nas igrejas pessoas que se dizem “crentes”, porém, tão envolvidos com o mundo e seus costumes que infelizmente é impossível vê-los como padrão ou modelo de alguma coisa boa. Sãos homens com longos cabelos e mulheres tosquiadas; piercing; tatuagens; roupas, músicas, linguagem comuns aos filhos das trevas; mente depravada; adeptos da masturbação e de relacionamentos nos quais a sensualidade vem à tona; seguidores de homens e de seus costumes. Meu Deus, é uma juventude dura, fria e doente.

Como ser modelo assim? Onde estão os “Timóteos” da casa do Senhor? Tm 1.18

Servos de Deus: Santos (1Co 6.13b; Cl 3.5; Sl 119.9)

Quando o Senhor chamou o homem para junto de Si, deu-lhe um mandamento:
"sede santos, como Eu sou" (1Pe 1.16)

A vida “santa” (segundo preceitos da lei divina) é a condição principal para a vitória diante do diabo e seus demônios. A santidade nos reveste com a armadura do Senhor, protegendo-nos do toque do maligno, de sua espada e dardos. Viver em santidade é morrer para o mundo, afastar-se do pecado e entronizar na vida o Senhor Jesus, obedecendo-O incondicionalmente até às últimas conseqüências. É impossível ser santo e continuar nas práticas comuns aos filhos das trevas! Se continuares a ter prazer em tais práticas, com certeza, o Senhor não tem prazer em tua vida!
Ame o Senhor acima de todas as coisas!

Servo de Deus: Puro no Namoro (Dt 7.3,4; 2Co 6.14)

A preocupação com o namoro e até mesmo a sua prática é totalmente dispensável, quando nos deixamos guiar e olhamos as coisas com a visão do Espírito de Deus; afinal, somos participantes da providência divina. É preciso que tenhamos em mente, que o Senhor nos conhece e tem um carinho especial para com cada um de Seus servos. Nada acontece por acaso; acasos não existem para Deus! Bom e sabermos esperar, pois, no devido tempo, conforme a Sua vontade será providenciada a pessoa certa para companheiro(a). Esta busca louca, desenfreada pela "cara metade" é uma distorção da vontade de Deus. É um meio de alimentar a carne com os atos impuros que normalmente há nos namoros; vergonhosamente isto acontece entre os cristãos.
Infelizmente, o diabo tem aproveitado esta brecha para entrar e agir no meio da juventude; os costumes e atos são semelhantes aos dos ímpios. “Ficar” (antigamente: paquerar) é uma prática inconcebível ao servo de Deus; em si mesma, denota que é um relacionamento apenas para a alegria da carne, a impureza e sensualidade exacerbada são comuns.

Cada vez é mais comum, encontrarmos em congressos e acampamentos de jovens os casais relâmpagos, que se formam e separa-se em apenas algumas horas! Na vida do verdadeiro servo de Deus não há lugar para isso.

Pais amados, ensine e aconselhe seus filhos a andarem nos caminhos da santidade!

Servos de Deus: Fiel ao Senhor (Rm 8.39)

Nos últimos anos muitos conceitos foram mudados e entraram em choque com os princípios bíblicos e outros ainda serão reformulados. A juventude foi atingida em cheio, encontra-se vivendo em um mundo preparado para o pecado, no entanto devem ser santos. O apelo a pecar é muito
forte e muitos falham, deixa-se levar.

A virgindade, por exemplo, deixou de ser uma honra e tornou-se vergonha. Adolescentes são questionados quanto a serem virgens e são escarnecidos quando admitem que são! Porque a zombaria? A resposta é simples: Vivemos num mundo dominado pelas forças malignas. E a idéia principal do rei do mundo é destruir o homem.

Lamento, ver que até mesmo a igreja tem incorporado como normal muitas ações comuns ao mundo! São as reuniões “sociais” e algumas idéias insanas que as afastam do Pai.

Os namoros impuros, cheio de prazeres da carne, são formas claras e evidentes da infidelidade ao Senhor (Mt 5.28; 1Ts 4.1-8; 2Pe 2.13). Geralmente, estes relacionamentos culminam na fornicação (1Co 7.2; 6.9; Gl 5.19). É uma tragédia na vida de qualquer jovem. Fugir do pecado é uma forma sábia de agir.

Servo de Deus: Foge (2Tm 2.22)

Paulo cheio do Espírito Santo, aconselhou a Timóteo dizendo: "Foge das paixões da mocidade". É um conselho completo para você, de fácil entendimento: Foge do pecado! Foge!

O Espírito de Deus está dizendo: Evite as companhias que não edificam e o induzem ao pecado! Não freqüentes lugares, onde o Senhor não entraria! Uma auto-pergunta: “O Senhor Jesus agiria assim?”
E Lembre-se: "de todas as coisas o Senhor te pedirá conta”. Ec 11.9

19 outubro 2010

Em seus passos o que faria Jesus?

Você já pensou no que faria Jesus, se tivesse em seu lugar?
Em nosso cotidiano, não estamos livres do stress do dia-a-dia, não estamos livres dos problemas escolares, familiares dentre outros... Mas hoje algumas coisas aconteceram, digamos que o dia foi meio que incomum, vou começar falando sobre o que aconteceu comigo, para que a mensagem do título fosse postada hoje. Vou ser rápido para não te enfadar a ler.

Ontem era meu dia de postar no blog, mas não ocorreu por outros motivos que no caso não importam, hoje de manhã no meu curso uma psicóloga nos deu uma palestra sobre "Relacionamento", em todo momento, ela nos fazia refletir sobre nossas atitudes e pararmos de pensar que o problema sempre estava no outro, até aí tudo bem, nem passava pela minha cabeça falar sobre isso aqui, (calma que eu estou dando essa viagem toda, mas no final vocês verão que tudo irá se encaixar, eu não estou "boiando") fiquei matutando, pensando sobre o que aquela psicóloga disse e me veio à mente Jesus, pois ele sempre procurava entender as pessoas. Falei com o Marcelo (dono do blog) que tinha uma palavra pra vocês e se poderia postar hoje, caso ele não fosse postar, e ele disse: claro que sim! Vim aqui escrever, só que não conseguia relacionar as idéias, não havia um encaixe, até que eu resolvi ORAR... Deus me deu uma palavra que me fez relacionar Jesus, nossos semelhantes, e o que a psicóloga disse.

A mensagem:

I Tessalonicenses 5:14 - "...consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos e sejais pacientes para com todos..."

Quantas vezes em nossas vidas, nos pegamos fracos, frustrados, decepcionados e alguém com o coração cheio do Espírito Santo vem nos entender e nos consolar, fazendo-nos dar a volta por cima? E o que nós fazemos quando a situação é inversa, quando alguém é que precisa da nossa compreensão e amor? Não que devemos fazer pelo fato de alguém ter feito por nós, não, mas fazer espontâneamente, sem esperar algo em troca, sem esperar ganhar benefício pela sua "boa ação", e porque fazer isso? Porque Jesus faria se estivesse em nosso lugar.

Olha, eu não sei o que torna um homem mais digno de salvação do que o outro, mas eu trouxe a pergunta do título para minha vida, e desde então me sinto bem melhor, porque sempre que me faço essa pergunta, sei que estou fazendo o certo, simplesmente pelo fato de saber que era o que Jesus faria em meu lugar. É muito fácil nós evangélicos sairmos criticando o budista, o espírita, o ateu ou o que seja, sem olharmos para nossos erros, o fato de termos Jesus para purificar nossos pecados não nos dá o direito de tirar a salvação ou o que for de alguém que "ainda" não tem Jesus, estou dizendo isso, porque um dia eu fui ateu e precisei que alguém tivesse muita paciência comigo, para que um dia eu encontrasse a luz, portanto ao invés de julgarmos e dizer que não estamos julgando, dê a mão e entenda seu semelhante. É o que Jesus faria e o que apóstolo Paulo fez. O que você tem feito?
Procurem o livro ou filme: "Em seus passos, o que faria Jesus?"

18 outubro 2010

Preconceitos contra os evangelicos

Preconceito contra Evangelicos

HEBE CAMARGO ACUSA IGREJAS EVANGÉLICAS
DE FAZER LAVAGEM CEREBRAL

Ministeriovem.spaces.live.com
"A apresentadora Hebe Camargo falou à revista VEJA (Edição 1926), do dia 12 de outubro, sobre o motivo de não ter aceitado a proposta de trabalho da Rede Record de televisão. Entre suas justificativas, Hebe acabou dando sua opinião a respeito do trabalho das igrejas evangélicas no Brasil.

Leia, abaixo, um fragmento da entrevista:
Veja – A senhora chegou a flertar com a Rede Record. Por que a negociação não deu certo?

Hebe – Quando tive a proposta fiquei balançada, até falei com o Silvio. Mas a Record é da Igreja Universal. A minha Nossa Senhora de Fátima não poderia entrar lá, assim como a minha Nossa Senhora Aparecida. E eu sou muito amiga delas. Não poderia deixá-las na porta. Eu às vezes me pergunto como as igrejas evangélicas conseguem fazer lavagem cerebral em milhares de pessoas. Os fiéis ficam completamente obcecados e não percebem que estão deixando os pastores cada vez mais ricos à custa desse "mensalinho do demônio". Eu não acredito absolutamente naquilo. Fé, a gente tem sem explicar. O que eles fazem são promessas vazias, agem como os políticos.”
E ainda tem cristão que acha tudo isso uma “gracinha” e não perde um programa da apresentadora. Paciência!!!

Certamente, a igreja evangélica no Brasil tem suas imperfeições. Entretanto, a maioria tem trabalhado duro e de forma séria em favor do crescimento do reino de Deus. A Hebe, como profissional de comunicação, deveria entender que toda generalização é injusta.
Precisamos, na verdade, interceder pela vida desta senhora, a fim de que ela conheça o maravilhoso amor de Cristo e possa discernir das coisas espirituais." Fonte: Ministério Vem

16 outubro 2010

Essa sim é amiga para todas as horas

ELA É PEQUENA NO TAMANHO MAIS GRANDE NA SABEDORIA SE TODO MUNDO FOSSE QUE NEM ELA 
O NOSSO MUNDO TARIA FEITO
.PORQUE TODAS AS VEZES QUE EU PRECISO DELA ELA ME AJUDA E NUNCA FALA UM NÃO PRA MIM
BRINCALHONA, SINCERA, BONITA(COM TODO O RESPEITO) SÓ TENHO UMA COISA PRA TE FALAR 
VOCÊ É ESPECIAL NA MINHA VIDA MINHA "IRMÃ" 
.EU ACHO QUE  DEUS É TÃO MARAVILHOSO NO QUE FAZ 
ATÉ NO TAMANHO DESSA PESSOA DEUS NOS IMPRESSIONA

EU SÓ TENHO Q PEDIR DUAS COISAS
1ºNUNCA QUERO PERDER SUA AMIZADE
2ºAGRADECER A DEUS TODOS OS DIAS  PELA SUA VIDA
LEMBRA QUANDO NÓS SE CONHECEMOS NA ESCOLA?
SE VOCÊ LEMBRAR A PARTIR DAQUELE DIA EU PERCEBI QUE VOCÊ SERIA UMA AMIGA E TANTO
SEJA FELIZ NO SEU CASAMENTO QUE DE TUDO CERTO NA SUA VIDA 

LEMBRE SE QUANDO TIVER PRECISANDO DE LGUEM ME CHAME PORQUE SEMPRE TE AJUDAREI

14 outubro 2010

Deus quer ser seu amigo!!!!

                        DEUS QUER SER SEU AMIGO


Por estarmos acostumados com o evangelho de Jo 15,15 “Já não vos chamo de servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas chamei-vos se amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer”, não damos a devida atenção à força dessa passagem. É o próprio Cristo que, embora sejamos servos dele e ele nosso Senhor e Rei, ele não nos trata como servos, mas sim como amigos.
Já sabemos que Deus nos da à amizade como um imenso e de inimaginável valor como um presente seu para o homem, é ele que nos traz os amigos, os presentes, porque não escolhemos os amigos que são consagrados por Deus, mas o recebemos generosamente como uma criança que recebe um brinquedo da mãe ou do pai. É ele que une, cria e firma os laços eternos da amizade e depois no tempo oportuno permite que os dois se encontrem..
A amizade, sendo uma escolha da vontade divina sobre o homem e não do homem, resta a nós apenas aceitar, acolher e assumir a vontade de Deus na nossa caminhada, abrindo o nosso coração para mergulhar profundamente nessa experiência desses laços eternos em nossa vida, nossa história. Definir o que é amizade a essa altura é inevitável, mas eu já o fiz em outro capitulo desse livro ( definição de amizade), passemos agora para o entendimento do valor e da plenitude da passagem de João 15 onde Jesus Cristo nos chama de amigos.
Partindo do principio de que somos servos, Jesus nos eleva a um nível maior ainda, tomando-nos da qualidade de servos e elevando à qualidade de amigos, e nós os servos não podemos de maneira nenhuma perder essa incrível oportunidade, pois ele servo precisa assumir sua posição de amigo da majestade e cultivar essa amizade, fazendo de tudo para não perder a amizade do rei. Quando o próprio Cristo proclama “Vóis sois meus amigos”, Ele além de escolher, toma a iniciativa e se compromete com a amizade que ele próprio quer ter com o homem, porque para Jesus nos somos seus Amigos e assim Ele nos enxerga e nos trata como amigos. Então se faz de extrema necessidade para nós em primeiro lugar não perder essa amizade com o rei Jesus e depois cultiva-la, pois para Cristo nós já somos amigos, o que precisa se fazer agora e cultivar a amizade. A própria bíblia nos diz que quem encontra um amigo encontra um tesouro, pois a amizade é um sentimento limpo, puro e verdadeiramente profundo, pois é como um sacramento, um sinal visível de um Deus pleno de amor e misericórdia.
Um amigo se conhece pelo que se é, nos aceita sabendo dos louros da vitória em nossas vidas e também dos podres que insistem em manchar a nossa história e ama desse jeito, pois permanece leal e fiel ao nosso lado, nos acompanhando na estrada da vida, conhecendo as estradas secretas de nosso coração, desvendando os mistérios escondidos em nós, sendo a presença de Deus em nossa vida, a ajuda divina que pedimos. Com a experiência da amizade vivemos a pureza do amor como São Paulo nos ensinou. A verdadeira amizade brota dessa intimidade experimental com o melhor dos melhores amigos que poderíamos ganhar: Jesus Cristo. Esse amor nosso amigo manifestou por nós é o mais sublime, livre e puro que amando até o fim foi capaz de dar a sua vida e de gerá-la novamente, mostrando que ele é capaz de dar a vida por nós, seus amigos. E nós damos a vida por algum amigo?
Agora começa a ficar mais claro o tamanho da graça de ser amigo quando se olha para as palavras de Cristo em João 15. É preciso que assumamos essa verdade, e demos a devida atenção a esse fato de que Cristo escolhe e toma a iniciativa de ser meu, seu, nosso amigo, pois ele nos amou até o ponto de morrer por nós. Temos que amar ao ponto de gerar vida apartir de nossas amizades, acolhendo e assumindo as escolhas de Deus para nossa vida.
Deus está com uma vontade imensa de te chamar de amigo, de poder abraçá-lo e conta que você conte como foi seu dia, de dar um simples sorriso para que você se sinta amado e firme na caminhada, que possam conversa sobre futebol ou sobre a moça que você se interessou, aconselhando você na difícil decisão que precisa toma e não sabe como agir. Pode ter a certeza de que na sua simplicidade, Deus esta de braços abertos para que acolhamos e assumamos essa amizade que ele tem conosco através das palavras de Cristo no evangelho. Claro que para que acolhamos essa amizade é preciso que entremos em profunda intimidade com Deus para que nos tornemos amigos íntimos de Deus, pois ele quer ser nosso amigo, Ele está desesperadamente ansioso por esse momento, porque ele é o maior amigo.
Um amigo não vai levar você pro inferno, mas vai trazer o céu até você, ele vai na simplicidade te dar o mais lindo que possa existir, que é o amor, porque ele enxuga as suas lágrimas, que não desiste de crer por você. Ele fez uma aliança de amor conosco pela eternidade, nos chama de amigo e eu, você está realmente sendo amigo de Jesus? Estamos fazendo por merecer a amizade do Rei dos reis ou apenas procurando-o quando achamos que é conveniente procura-lo? Um amigo da a vida pelo outro, chora, ri, toma as dores do outro só pra não o ver sofrer, porque não se importa com o ridículo.
Eu vivenciei experiências fortes em relação a amizades que de certa forma me edificaram e outras que me levaram ao pecado, e posso afirmar que os amigos de verdade que tenho até hoje foi, é e serão sempre consagrados a Deus, pois foi ele que me colocou no caminho deles, e já outros que diziam serem meus irmãos acabaram por me trair. Um amigo de verdade não trai o outro, porque ele vem de Deus e não do mundo. Não se precisa pensa que o mundo te dá amigos que não é verdade, apenas nos dá sanguessugas que querem nossas forças para resistir ao pecado e acabam jogando-nos na lama e fazem de tudo para que continuemos nela. O amigo fiel e sincero ele não julga, não condena, mas dá um voto de confiança, com uma simplicidade de coração nos dá as lições mais brandas que a vida às vezes insiste em ensinar de forma mais dura e cruel, pois ele suaviza as dificuldades e transmite o que Deus revela para seu povo.
Não entendemos oi sentido de amizade se o separarmos do amor, mas não de forma complexa, mas de forma simples. Cristo usa de simplicidade para curar, seja através de um sorriso, de um abraço, da palavra confortadora de alguém querido que não o víamos a algum tempo, por meio de uma pessoa que nunca vimos, mas que na mesma hora era como se conhecêssemos há muitos anos e que se confia. Uma árvore não fica de costas para ninguém.Dê a volta em torno dela. A Árvore estará sempre de frente para você. Os Verdadeiros Amigos, também. Dizem os Chineses: “Árvore Plantada com AMOR nenhum vento derruba”. Uma Verdadeira Amizade, também. Quem planta Árvores, cria raízes. Quem cultiva bons amigos, também. As Árvores, como os amigos, produzem beleza para os olhos e os ouvidos, na mudança sutil de suas cores, com o passar das estações, no ondular de suas folhas ao vento e sombra, sempre. Sombra protetora como a dos amigos; Sombra que varia com o dia, Que avança e faz variados rendados de luz, semelhantes aqueles, de estrelas. As Árvores são sinônimos de Eternidade. Uma Verdadeira Amizade, é PARA SEMPRE.
Sim, é para sempre porque é gerada, nascida, vinda e volta para o coração de Deus, porquê ele se dá a revelar a nós a todo momento e cuida de nos através de um amigo na terra especialmente escolhido por ele e ainda mais dois dentro de casa: PAI E MÃE. A nossa família é que esta do nosso lado quando o mundo abandona. Antes de sermos filhos, somos amigos de nossos pais, antes de sermos filhos de Deus, ele quer e necessita que sejamos seus amigos simplesmente pelo fato de que ele já é nosso amigo.
Eu convido você agora a refletir comigo uma coisa que é intrigante mas é linda demais: Deus se revela a quem o conhece, então por esse motivo se ele é nosso amigo é porque Ele se revela a nós, ele se dá a conhecer, novamente vimos que João 15 se faz presente e agora sem deixar duvida de que Deus quer ser nosso amigo. Peçamos a Deus o dom da amizade, da intimidade com o Jesus Cristo amorosamente amigo, que se revela ao pequeninos e na simplicidade de uma criança fala ao nosso coração aflito através de uma outra pessoa, que se torna nossa amiga e se torna um anjo aqui na terra. É a hora de que deixemos Deus ser nosso amigo, porque sem a sua amizade não somos felizes.
DEUS QUER SER SEU AMIGO!!!!

10 outubro 2010

Pentecostais e política no Brasil



 Esdras Mauricio

O campo religioso brasileiro sofreu profundas transformações nas últimas décadas. A consolidação da liberdade religiosa, a pluralização do campo religioso, o enfraquecimento do poder religioso da Igreja Católica e a redemocratização do Brasil contribuíram decisivamente para transformar as relações dos grupos religiosos entre si e com a política partidária e o Estado. A acelerada expansão numérica dos evangélicos constitui fator dos mais relevantes para compreender parte das mudanças ocorridas recentemente nos campos religioso e político brasileiro.
Os evangélicos, segundo o IBGE, eram apenas 2,6% da população brasileira em 1940. Avançaram para 3,4% em 1950, 4% em 1960, 5,2% em 1970, 6,6% em 1980, 9% em 1991 e 15,4% em 2000, ano em que somavam 26.184.941 de adeptos. A expansão evangélica, já elevada nas décadas anteriores, acelerou-se muito no último decênio do século XX. Entre 1991 e 2000, pentecostais e protestantes (os grupos denominacionais que compõem a religião evangélica) cresceram anualmente 8,9% e 5,2%, respectivamente. No período, os pentecostais saltaram de 8.768.929 para 17.617.307 adeptos (ou de 5,6% para 10,4% da população), ao passo que os protestantes históricos passaram de 4.388.310 para 6.939.765 (de 3% para 4,1%). Atualmente, o Brasil abriga mais de 30 milhões de evangélicos, dois terços dos quais pentecostais, o que consolidou de vez o pentecostalismo na posição de segundo maior grupo religioso do país.
Pentecostais e protestantes crescem em estratos sociais com perfis socioeconômicos contrastantes: enquanto a renda e a escolaridade dos primeiros são bem inferiores à média da população, os últimos distribuem-se nas faixas de renda e nos níveis escolares mais elevados. Embora sua composição social não mais se restrinja aos estratos mais pobres, os pentecostais prosseguem crescendo majoritariamente na base da pirâmide social. Seu sucesso proselitista junto às massas pobres resulta, em parte, de seu incansável esforço e empenho para atraí-las, persuadi-las e recrutá-las mediante a oferta sistemática de serviços mágico-religiosos com forte apelo popular, da realização de cultos carregados de alto teor emocional, da propaganda pessoal e eletrônica, difundida diuturnamente, de testemunhos bem-sucedidos de conversão e obtenção de bênçãos. Sua ênfase pastoral e teológica na cura de enfermos, na expulsão e libertação ritual de demônios (tidos como responsáveis pelos infortúnios que afligem fiéis e virtuais adeptos) e na promessa de bênçãos materiais e de milagres aos cristãos obedientes a Deus – ênfase decorrente do propósito de resgatar, reproduzir e disseminar crenças e práticas do cristianismo primitivo – demonstrou ser uma receita evangelística exitosa, dada sua boa adaptação às demandas mágico-religiosas e aos interesses materiais e ideais de parte dos estratos pobres brasileiros e latino-americanos.
As igrejas pentecostais e neopentecostais não crescem, portanto, por serem repositórios passivos de indivíduos carentes, desajustados, em estado de “anomia”, ou coisa que o valha, a despeito da difusão dessa imagem por um sem-número de reportagens e até por velhas teorias sociológicas. Crescem aceleradamente porque trabalham muito e sabem explorar, em seu benefício institucional, os contextos socioeconômico, político, cultural e religioso onde estão inseridas. Crescem porque aproveitam, eficientemente, as oportunidades advindas da ampliação da liberdade e do pluralismo religiosos, da rápida e maciça difusão dos meios de comunicação, da urbanização e da destradicionalização cultural, da abertura política e da redemocratização do país. Crescem porque, ao lado disso e do ativismo militante de parte considerável dos fiéis, sobretudo do sexo feminino, esforçam-se em oferecer respostas mágico-religiosas – às vezes em deliberada continuidade com elementos da religiosidade popular – para fiéis e virtuais adeptos interessados em superar, pela via ou com ajuda religiosa, problemas decorrentes do agravamento, nas últimas décadas, das crises sociais e econômicas, do aumento exponencial da violência, da criminalidade e da insegurança etc.
O crescimento institucional do pentecostalismo brasileiro é muito desigual: três igrejas – Assembléia de Deus, Congregação Cristã no Brasil e Universal do Reino de Deus – concentram 74% dos pentecostais, ou 13 milhões de pessoas (no ano 2000). Isso permite inferir que o êxito eleitoral da Assembléia de Deus e da Igreja Universal resulta, em parte, de seu peso demográfico.
A expansão pentecostal avança, igualmente, pelos campos assistencial, editorial, educacional, midiático e – o que discutiremos a seguir – político partidário.
Salvo pequenas incursões eleitorais da igreja O Brasil Para Cristo no início da década de 1960, os pentecostais se auto-excluíram da vida pública até os anos 80. No período mais repressor da ditadura, os governos militares, privados do apoio católico e, por isso, interessados em angariar novas bases sociais para legitimar sua autoridade, lograram estabelecer alianças com diversos líderes evangélicos (protestantes e pentecostais), em razão de que muitos deles eram dotados de um genuíno e encarniçado anticomunismo, inclinados, em muitos casos, ao clientelismo e, na condição de representantes de uma minoria religiosa discriminada, ávidos por recursos, reconhecimento social e político. De todo modo, esses religiosos permaneceram majoritariamente afastados do jogo político-partidário durante a ditadura. Daí, em grande parte, sua pecha de alienados, ressaltada pelo efeito comparativo derivado da valorização acadêmica do ativismo político de grupos católicos considerados progressistas, como as Comunidades Eclesiais de Base.
Em meados dos anos 1980, porém, numa surpreendente inversão de crenças, de estratégia competitiva e de inserção social, várias igrejas pentecostais trocaram, repentinamente, o lema quietista “crente não se mete em política” pelo jargão corporativo “irmão vota em irmão”, baseado, tal como o mote anterior, não obstante a guinada radical, em interpretações bíblicas. Os expoentes desse ideário defenderam, num tom arrivista e triunfalista, que os evangélicos deveriam deixar de ser “cauda” para se tornar “cabeça”.
Tamanha reviravolta no comportamento político dos pentecostais (que é parcial, já que Congregação Cristã no Brasil e Deus é Amor, duas das maiores igrejas pentecostais do país, permanecem apolíticas) ocorreu num momento crucial da redemocratização do país, isto é, nas vésperas das eleições para a Assembléia Nacional Constituinte (1987-1988), para a qual foi eleita a famosa “bancada evangélica”, com 32 deputados federais, 18 deles pentecostais, sendo 13 da Assembléia de Deus. Com isso, a representação pentecostal que, na legislatura anterior, tinha apenas dois parlamentares, cresceu incríveis 900%.
Mais surpreendentes que esses números são as razões de seu ingresso concertado na arena política. A principal delas – como estopim de sua mobilização eleitoral e como fator de legitimação de sua participação na política partidária – decorreu da orquestração, pelas cúpulas eclesiásticas, sobretudo pela Assembléia de Deus, de um boato persecutório, que percorreu como um rastilho de pólvora os mais diferentes grupos pentecostais de norte a sul do país, acusando a liderança católica de pretender assegurar e ampliar, legalmente, privilégios institucionais para si na nova Carta Magna e, ao mesmo tempo, restringir, de alguma forma, a liberdade religiosa dos evangélicos. Além disso, a mudança refletiu o surgimento de projetos eclesiásticos de líderes evangélicos, cada vez mais ciosos de seu crescente poder religioso, visando à obtenção da hegemonia religiosa e política no Brasil, e da difusão de um forte triunfalismo teológico, oriundo da teologia da prosperidade e de doutrinas de “batalha espiritual”, que, entre outras coisas, apregoam o direito divino dos verdadeiros cristãos a tomar posse dos postos de comando da nação.
Da Constituinte para cá, a bancada evangélica, inicialmente marcada por acentuado conservadorismo moral e pelo fisiologismo descarado de certos parlamentares (alguns dos quais tiveram os mandatos cassados), dobrou de tamanho, alcançando, hoje, cerca de 60 deputados federais e quatro senadores. Nesse período, ampliaram-se a filiação desses religiosos a partidos de centro-esquerda (atualmente há, por exemplo, cinco deputados federais evangélicos petistas) e o número de parlamentares vinculados a novas igrejas, em especial à Universal, que, ao lado da Assembléia de Deus, assumiu o protagonismo político no campo evangélico.
A participação política dos pentecostais, porém, não se restringe à disputa eleitoral ao legislativo. As eleições majoritárias não escapam de seu raio de ação. Cortejados e assediados por partidos de todos os matizes ideológicos, não só procuram eleger candidatos próprios, como Francisco Rossi, Benedita da Silva, Marcelo Crivella, Anthony e Rosinha Garotinho, como tentam influir nos rumos da política nacional. Em 1989, por exemplo, os pentecostais limitaram-se, no primeiro turno, a condenar o voto nas candidaturas de esquerda à presidência da República. Já no segundo turno, quando restavam apenas Collor e Lula, “colloriram” majoritariamente, não porque confiassem na realização das promessas do caçador de marajás ou as vissem como as melhores, mas sobretudo porque temiam perder sua liberdade religiosa num futuro governo petista/comunista aliado à filial brasileira da Santa Sé. Como se vê, novamente as lideranças pentecostais reatualizaram a velha síndrome persecutória. Desta vez acusavam a Igreja Católica de estar em conluio com dirigentes do Partido dos Trabalhadores para, no caso de vitória do petista, discriminá-los e persegui-los, seja transformando seus templos em supermercados, escolas e creches, seja limitando sua liberdade de culto e religião. Quando se referiam a um eventual governo petista, encadeavam, mesmo diante da queda do Muro de Berlim e do esfacelamento do socialismo soviético, a anacrônica terminologia anticomunista da Guerra Fria. Falavam de medo, temor, risco, perigo, perseguição, sofrimento, prisão, tortura, paredón, fogueiras, mortes. Discurso religioso e eleitoral que se provou, eleitoralmente, bastante eficaz.
Em 1994, o candidato petista foi, disparado, o mais rejeitado por esse grupo religioso, que tendeu a apoiar o tucano Fernando Henrique. Em 1998, o temor pentecostal da eleição de um representante de centro-esquerda à presidência da República arrefeceu parcialmente.
Em 2002, com a derrota de Garotinho no primeiro turno, líderes da Universal do Reino de Deus (e de outras igrejas pentecostais) resolveram apoiar a candidatura de Lula no segundo turno das eleições presidenciais. Surpresa geral, porque a Universal figurava, desde 1989, como a maior opositora pentecostal ao PT, que, em 2002, ao articular um candidato a vice-presidente do Partido Liberal, conseguiu fisgar, de quebra, os deputados liberais da Universal, comandados pelo líder do PL carioca, bispo Carlos Rodrigues.
O predomínio das políticas neoliberais nos anos 90, a duradoura crise econômica, a letargia estatal, a ineficiência do Estado e seu secular descaso com a área social, favoreceram, decerto, a participação de grupos religiosos, entre os quais sobressaem católicos e evangélicos, nas questões sociais e, conseqüentemente, no debate e no espaço públicos. Ao lado disso, nas duas últimas décadas, deputados e senadores pentecostais dedicaram-se à defesa intransigente de seus interesses corporativos e de uma moralidade cristã estrita. O que se comprova com sua intervenção nas votações, nas políticas públicas e nos debates legislativos relacionados às propostas de descriminalização do aborto e do consumo de drogas, à união civil de homossexuais, aos direitos humanos e sexuais, às tecnologias reprodutivas, à clonagem humana, ao uso de células embrionárias em pesquisas científicas, ao ensino religioso nas escolas públicas, à reforma política. Em 2003, criaram a Frente Parlamentar Evangélica para arregimentar e articular melhor sua ação coletiva no Congresso Nacional, onde, no mesmo ano e como indicador de sua força política, conseguiram, mediante intensa mobilização religiosa e pressão política, alterar o novo Código Civil.
Como se pôde observar, os pentecostais tornaram-se, após a redemocratização, um player político importante e, com isso, atores co-responsáveis, portanto, pelos desdobramentos futuros de nossa democracia.

08 outubro 2010

Comunidade Oficial eu Creio em Deus E obedeço



Esses dias sem internet foi como um jejum para mim. E eu orando sobre as minhas demandas que já estão lá nas mãos do Justíssimo Juiz, lá na Justiça Celestial, ouvi Deus falando comigo. E então, durante o tempo em que o diálogo entre Deus e mim ocorreu (foram alguns dias, desde que postei aqui a respeito de escrever um livro sobre minha vida, com ênfase nas coisas que foram roubadas de mim por pessoas através do Diabo), após toda a conversa que mais pareceu uma sessão de terapia, o Espírito Santo de Deus me convenceu. E eu vou aproveitar este momento e espaço para aconselhar a você que lê esta minha mensagem (porque também foi muito útil para mim). Pude recordar de maneira profunda alguns preceitos da vida cristã.

Então, seguremos, pois, cada um, as nossas próprias "ondas", porque toda espécie de coisa ruim que a gente deixar passar das nossas mentes para os nossos corações, e, exteriorizando de maneira clara ou dissimulada, essa maldade voltará para cada um de nós que fizermos isso. E mesmo apenas guardando e não colocando em prática, Deus que tudo vê, está vendo.

Eu que não sou boba e nem nada, luto (e que luta!!!) para não chegar um dia diante de Deus e ouvir dEle: "Aparte-se de mim! Não te conheço!"

É, a salvação em Jesus não se perde, mas daí é preciso ter certeza de que se é salvo em Jesus mesmo! Porque tem gente de quilo por aí vivendo a vida "na boa", super "relax", "zoando o barraco", achando que porque aceitou a Jesus na sua vida num apelo um dia, então pode "tocar a bagunça e viver como lhe vêm à cabeça"... Ai ai ai... Cada interpretação que tem por aí que eu hein... SAI FORA, CAPETÃO!

Não é preciso ir a um ritual satânico para ver do que Satanás é capaz. Triste mundo sem Deus, onde pessoas correm movidas por suas ganâncias... O Diabo age porque o ser humano, é, nós, humanos damos lugar/autoridade para ele agir. Precisamos ter muito cuidado com nossa maneira de viver aqui neste mundo físico. Eu acho que não é bem visto ser secretário de Lúcifer. Eu penso assim. Sei que tem gente enganada que "se acha", que pensa que é alguém importante por ser servo do Diabo, e gente assim, oh dó... vai arder no lago de fogo e enxofre com o seu "patrão" - Satanás - se não se arrepender e não buscar a Jesus... Ainda que tenha tido uma vida de luxo e riqueza aqui - e geralmente o Diabo dá isso mesmo - VAI ARDER NO LAGO DE FOGO E ENXOFRE JUNTO COM QUEM LHE PROPORCIONOU LUXO E RIQUEZA NESTA VIDA FÍSICA!

Eu falo, escrevo mesmo! Pode vir com guilhotina pro meu lado que eu nem ligo... Jesus sabe que eu falo mesmo, nem que me custe a vida!

Se a pessoa não ler a Bíblia, não perceber os seus erros, não se arrepender sinceramente, não pedir perdão a Deus e não deixar Jesus entrar na vida dela não adianta fazer obras sociais, ajudar os pobres, sair dando cobertor e comida aos moradores de rua, não adianta nada, nenhuma caridade... Atitudes assim devem ser comuns de praticarmos (bem, isso para quem tem temor a Deus, né...) Não adianta também fazer cursos como Casados para Sempre, Veredas Antigas, nothing, nothing, nothing... Se mantiver o coração duro (e coração mole não é derramar lágrimas, não!): só Deus vê quem tem coração duro, e só Deus vê quem tem sinceridade em si...

Bom, minha gente, é isso aí: eu não vou escrever livro algum, porque se eu fizer isso vou estar tirando das mãos de Deus a justiça que só cabe a Ele fazer por mim. Seria o mesmo que eu chegar para Deus e disser: "Ah, Senhor, tu estás demorando demais pra julgar a(s) minha(s) causa! Dá aqui que eu vou fazer justiça com minhas próprias mãos!" E então, além de Deus não mais fazer a Boa e Perfeita Obra (que só Ele é capaz de fazer), eu estaria atrapalhando o agir de Deus (e depois eu pagaria por isto), também seria uma exposição desnecessária e inútil, muito inútil, que só faria mal a muitas pessoas e a mim mesmo... Quem sou eu? O quê umas páginas publicadas poderiam fazer de bom? Nada... Nothing, nothing, nothing... (afff... tô exercitando o meu inglês precário hoje...rsrsrsrs).

Então, é isso...



Fiquem com Deus. Jesus está voltando, não é brincadeira não!

Eu espero estar sendo útil para Deus através deste blog. Todo mundo tem erros, e só Jesus é Perfeito: vamos perseguir e buscar por viver como o exemplo dEle, cuidando para não nos apegarmos a doutrinas de demônios que estão invadindo igrejas, principalmente pelas portas principais (ã? Pelas portas da frente? O quê eu quero dizer com isto? Ah, vai ler a Bíblia e orar que Deus te fala!).

A BÍBLIA É O NOSSO GPS QUE JAMAIS ESTARÁ OBSOLETO!!!

Um grande abraço!



e participe da comunidade

07 outubro 2010

Qual é o maior milagre da biblia ?

Você é especial, é o maior milagre do mundo! 



Em primeiro lugar: Você acredita que é escravo de seus hábitos e que seus hábitos são formados por sua maneira de pensar? Não! Então aconselho que você não invista seu tempo precioso na leitura deste texto. Mas, se você acredita que pode mudar seus hábitos através da mudança de seus pensamentos, essa mensagem é para você, alguém especial, que é, na verdade, o maior milagre do mundo.
Na leitura deste texto você irá descobrir como sua nova atitude pode transformar, em sete meses, toda a população brasileira! Não acredita? Então, vamos lá.
Parabéns! Você conseguiu atingir algo que muitos não conseguiram. Você chegou até aqui; um novo século, um novo milênio. E somente isso já faria de você alguém especial. Você pode imaginar quantas pessoas ficaram para trás, impossibilitadas de viver esse momento? Pessoas queridas, que a dor da ausência ainda lhe aperta o coração. Você está agora pensando em alguém que partiu? Pare um pouco. Pense nisso: Você está aqui, você chegou. E uma boa forma de superar essa dor e continuar amando essas pessoas é você imaginar que, de alguma forma, essas pessoas amadas que ficaram no passado entregaram o bastão para que você continue sendo a chama que elas um dia acenderam através de suas idéias e atos. Você consegue ver a si mesmo como alguém escolhido para contribuir na construção do século XXI? É lógico que a ciência poderá nos proporcionar uma vida além dos 100 anos. Mas é fato que a esmagadora maioria dos que estamos vivendo agora, esse momento, não entrará o século XXII. Esta é a oportunidade que você está tendo de construir um novo século, desde o seu início. Mas, será que você sente que essa responsabilidade é sua? Estou evitando usar o é "nossa" pois o termo é deveras anônimo. Mas é lógico que quando escrevo "você" estou também me incluindo.
Você realmente acredita que, pelo menos em parte, é o maior responsável pela construção de um novo século? Se não, você mais uma vez deixará que o mundo seja o grande responsável pela sua caminhada e existência, pelo seu destino. Mas se sua resposta é sim, você acaba de conquistar o direito de ser chamado O MAIOR MILAGRE DO MUNDO!
Preste bem atenção! "Deus é amor", diz a Bíblia. Se o mundo está vivendo a desarmonia que estamos presenciando - guerras, violência, injustiça, desunião, falta de paz - é porque você está amando menos, está buscando menos a Deus. É verdade. Não culpe os outros. Assuma a responsabilidade. Essa responsabilidade é minha também. E é por isso que estou escrevendo este texto. Enquanto você não tomar uma decisão suficientemente forte pelo amor, por Deus, a tal ponto que suas atitudes e pensamentos contagiem todo ser vivente que passe por sua existência, enquanto você não tomar uma decisão por transformar o mundo através do amor ao próximo, nós não cresceremos como seres humanos. A verdade é que a tecnologia e a ciência evoluíram, mas é verdade também que o homem regrediu em sua capacidade de viver em comunidade, de amar ao outro. Razão de tudo isso: a falta de Deus, a falta de amor. Ou você é ingênuo o suficiente para acreditar que os cientistas que estão buscando a cura da AIDS estão fazendo-o pelos mesmos motivos que Flemming buscou a descoberta da penicilina? Será que esses novos cientistas se motivam com a possível satisfação interior de terem contribuído com o bem-estar da humanidade, como foi com Flemming, ou estão numa corrida desenfreada pela notoriedade, fama e dinheiro? Reflita! É lógico que deve existir entre eles algum louco como eu ou como você que ainda coloca a humanidade acima de seus próprios interesses. Mas por enquanto são poucos. Por enquanto. Por que agora, estou lhe chamando para a maior missão de sua existência.
Ok!. Você não acredita que pode transformar o mundo? Então, responda-me: Porque você imagina que a história é dividida antes e depois de Jesus Cristo, a maior expressão de AMOR de Deus pelos homens? Você acha que Jesus só conseguiu isso por que era Deus? Não só por isso, mas porque a maior missão que Cristo desempenhou nesta terra foi AMAR. Simplesmente ele amou. E veja no que deu esse simples ato. O mundo dividido em antes e depois dele. Agora, entenda isso: A quem você acha que Deus confiou a missão de multiplicar o amor entre os homens neste mundo? A anjos, à igreja, aos governantes? Não, foi a VOCÊ.
"Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." Romanos 12:1-2
E você sabe qual a vontade de Deus? Que O amemos sobre todas as coisas, e ao próximo como a nós mesmos. Só isso. Basta! E o mundo estaria mudado.
Deixe-me contar-lhe algo. Se você quiser, com a ajuda de Deus, você pode ser uma fonte plena de amor contínuo para todas as pessoas que cruzam por você. Algumas passam, outras ficam, mas todas, sem distinção, podem ser transformadas pelo seu amor por elas. Todas podem carregar a semente do amor de Deus, plantada por você. Imagine essa visão. Meus boletins chega a mais de  6.000 pessoas. Digamos que somente 2500 pessoas leiam esse texto e tenham tomado uma decisão pela renovação da mente em prol do amor. Digamos que essas 2500 pessoas, incluindo você e eu, consigam, a cada mês, através do amor e do interesse genuíno e verdadeiro pelo outro, influir na forma de pensar e agir de mais 5 pessoas. Teríamos 12500 pessoas no primeiro mês. No segundo mês, 62500. 312500 no terceiro. Mais de 1 milhão e meio de pessoas no quarto mês. Você tem idéia da sua força, do milagre que você pode ser, quando visto o processo dessa perspectiva. Se você continuar a conta, você verá que no sétimo mês, teremos alcançado 195 milhões de pessoas. Um contingente maior que toda a população brasileira. Isso tudo se você transformar cinco pessoas em objeto do seu amor verdadeiro e genuíno, fazendo-as multiplicadoras da semente que você plantar.
Eu sei, você deve estar pensando que eu estou definitivamente louco. Mas deixe-me dizer-lhe algo. Eu creio nessa transformação, por que eu sou a conseqüência do amor que alguém depositou em mim. E veja a que eu tenho me dedicado hoje, através desse boletim. Ainda é cedo da manhã, do primeiro dia do ano. Minha esposa e filhos ainda dormem. Mas penso que escrever essa mensagem é prioridade. É a forma de eu amar alguém. Minha expectativa é que essa mensagem possa transformar o coração e a mente de alguém. Ainda erro muito, tenho raiva, me chateio com pessoas. Mas deixe-me ser sincero: tenho feito um esforço sobre-humano por amar verdadeiramente as pessoas, por me transformar continuamente. Como faço isso? Basta compreendê-las, preocupar-me com elas, ajudá-las, socorrê-las, motivá-las, capacitá-las, enfim, amá-las.
Você acredita nisso? Você acredita que sua empregada, os filhos dela, seu filho ou sua filha, sua esposa ou seu esposo, seu chefe ou seu empregado, seu amigo ou sua amiga, seus pais, você acredita verdadeiramente que a coisa que todas essas pessoas mais estão precisando neste momento é amor? Que o que elas todas mais precisam é se sentirem estimadas, valorizadas, elogiadas, enriquecidas de sentimentos nobres, que as façam continuarem acreditando na vida, que as façam continuarem tendo a esperança e querendo ajudar a fazer um mundo melhor? Você acredita! Então ótimo. Pois AME-AS. Ah, você acredita mas não consegue amar a si mesmo, e é por isso que não consegue amar os outros. Pois acredite nisso: eu não lhe conheço, mas Deus lhe conhece, e muito bem, e me fez escrever esta mensagem para você, mesmo sem conhecê-lo, simplesmente porque Ele lhe ama. Acredite nisso. Viva isso. AME! Faça essa opção hoje. Comece hoje a mudar esse século. Ele depende de você, O MAIOR MILAGRE DO MUNDO. Escolha agora cinco pessoas em quem você irá investir o seu amor nesse mês. Assuma esse compromisso. Converse comigo através do e-mail se desejar. Eu sei que agora você pode fazer isso. Eu sei que deseja fazer isso. Basta agora você assumir o compromisso de fazer isso. FAÇA!
Que o Deus que lhe ama, e espera que você ame ao próximo, lhe abençoe hoje e por toda sua existência. Amém!

O que é ser Cristão


em dúvida, vivemos tempos conturbados. A falência dos padrões do passado e a ineficácia das soluções tradicionais, ocasionadas pelas rápidas e sucessivas transformações sócio-culturais, fazem-nos sentir pouco à vontade na sociedade em que vivemos. Para agravar a situação, deparamo-nos, dia após dia, com múltiplas e, por vezes, desconcertantes leituras da realidade, que nos dão a impressão de que somos estranhos em nossa própria terra. A crise é geral e atinge variados setores, como a família, o ensino, a cultura, a política e a economia. Este contexto problemático atinge fortemente também o cristão.
O homem fragmentado
De fato, esta sociedade, que podemos caracterizar como pluralista e secularizada, não mais proporciona ao cristão o respaldo social que ele usufruía no passado, quando os valores cristãos e a voz da Igreja eram acolhidos e respeitados, tendo as verdades da fé como referências básicas na vida dos cidadãos. Em nossos dias, a cultura venera a subjetividade, cultua a liberdade e absolutiza o direito individual. Cada um escreve sua autobiografia como melhor lhe parece. Nada mais é aceito somente porque vem transmitido do passado, sem trazer uma justificação anexa.
Ao reinado do indivíduo acrescenta-se a enorme quantidade de saber, inabordável por uma única pessoa. Com isso, temos acesso apenas a fragmentos da realidade, desconfiamos do que sabemos e do que acreditamos, tornamo-nos pragmáticos e nos consolamos através do consumo de objetos e sensações. A instabilidade cultural leva muitos de nossos contemporâneos a buscar saídas para o previsível mal-estar. Alguns cedem à tentação fundamentalista, entregando sua liberdade a gurus em busca das ansiadas certezas. Outros procuram refúgio em sentimentos intensos, aliando-se a alguma das modalidades dos movimentos pentecostais.
Outros, enfim, caminham na direção de crenças orientais, onde julgam encontrar luz e sentido. O traço marcante, nestas tentativas, é a perspectiva de auto-ajuda que as domina. De fato, elas estão centradas no próprio indivíduo, que as utiliza para seu próprio conforto espiritual ou sua paz interior. Esta situação é agravada por um traço cultural dominante nos dias atuais: todos querem ser felizes já, todos buscam a auto-realização plena nesta vida, deixando para o segundo plano a vida eterna. Deste modo, silenciam a verdade cristã de que o Reino de Deus só se realizará plenamente para além da história, numa vida inserida em Deus.
Desafios
Como vemos, o cenário atual constitui um sério desafio para o cristão. Todos nos sentimos um pouco sozinhos, constituindo uma minoria. Uma desvantagem? Teria sido melhor ter nascido em séculos anteriores? Não creio. Pois percebemos claramente que a fé é uma opção pessoal, uma aventura que corremos. É escolher construir a própria vida pelo modelo da existência de Jesus de Nazaré e também um risco, que exige muita confiança em Deus, fundamento da nossa fé, consistência da nossa esperança. Mas não era assim no Antigo Testamento? A fé de Abraão, partindo para o desconhecido por confiar em Deus? A fé dos pobres e dos pequenos? A de Maria, acolhendo a interpelação de Deus, sem saber o que o futuro lhe reservaria?
No entanto, ela disse: - “Faça-se em mim a tua vontade”.
Hoje, temos a oportunidade de viver a fé de modo mais autêntico do que as pessoas de alguns séculos atrás, que se amparavam em uma sociedade natural e culturalmente cristã. Uma sociedade pouco exigente de liberdade. Poucos acreditam, a não ser no que lhes convém acreditar. Para nós, cristãos, é a pessoa de Jesus Cristo, sua história, suas palavras e ações, que fundamentam nossa fé. O modo como Jesus viveu sua existência permanece fascinante e atraente através dos séculos. Ao confessá-lo como Filho de Deus e Salvador da humanidade, ao procurar concretizar, embora imperfeitamente, sua existência histórica na minha vida, experimento que minha opção é a certa, confirmando minha caminhada à medida em que a vivo, fornecendo luz e certeza à minha opção.
Como exprimiu São Pedro, que fez esta experiência: “Senhor, Tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6, 68).
A coragem de se despojar
A característica de risco inerente à fé cristã é atestada fortemente no Novo Testamento. “Quem quiser salvaguardar sua vida, perdê-la-á; mas quem perder sua vida por minha causa, a salvaguardará” (Mt 10, 39). Observe-se que a segurança da salvação implica confiança, não em coisas ou em raciocínios, mas numa pessoa (“por minha causa”).
Na mesma linha, Jesus afirma, segundo outro evangelista:
- “Quem quiser conservar sua vida, perdê-la-á; quem a perder, conservá-la-á” (Lc 17, 33).
Aqui, conservar significa poupar sua vida, não arriscar, mantê-la para si, apegar-se a ela (Jo 12, 25). Poderíamos sintetizar as palavras do Senhor deste modo:
- quem investir sua vida, com base em certezas humanas, correrá o risco de perdê-la; quem a investir, com base na promessa e na fé, vai ganhá-la e salvá-la.
Paulo, depois de elencar os motivos humanos que o levariam a confiar em si mesmo, afirma taxativamente:
- “Todas estas coisas, que para mim eram ganhos, eu as considerei como perda por causa de Cristo” (Fl 3, 7).
“Por causa dele, perdi tudo e considero tudo isso como lixo, a fim de ganhar a Cristo” (Fl 3, 8). Há, aqui, uma perda que resulta num ganho, como, aliás, vem constantemente repetido na Sagrada Escritura. “Parte da tua terra, da tua família e da casa de teus pais para a terra que te mostrarei” (Gn 12, 1). “Então, deixando logo as redes, eles o seguiram” (Mt 4, 20). Como vemos, o mistério pascal, a morte e a ressurreição, a kenosis (o esvaziar-se da própria natureza) e a glorificação (Fl 2, 6-11), estão fortemente presentes na vivência da fé, característica muito esquecida num tempo de cristandade.
Sal, luz e testemunho
Numa época em que se acentua tanto a subjetividade e a liberdade, é importante que percebamos ser a fé cristã uma modalidade de realização da própria liberdade. Não a investimos em bens materiais, em satisfações pessoais, em busca de poder e de prestígio, em compromissos passageiros e superficiais. Investimos nossa liberdade em Jesus Cristo, em seus valores, em suas vivências, em seus ideais. Não temos uma atitude egocêntrica diante da vida, que nos empobreceria humanamente e nos condenaria à solidão.
Hoje, temos a oportunidade de viver
a fé de modo mais autêntico do que
as pessoas de alguns séculos atrás, que se
amparavam em uma sociedade natural
e culturalmente cristã
Procuramos ter, como Jesus, o centro de nossa vida fora de nós, levando a sério o outro, sensibilizando-nos com seu sofrimento, sua indigência, sua carência. Viver para o outro certamente resume bem o ideal cristão. Parece uma perda, mas é um enorme ganho, como confirmam os que entram seriamente nesta aventura. Ser conscientemente cristão, em nossos dias, significa, sem dúvida, remar contra a corrente e se perceber como minoria na sociedade. Conseguimos realizar esta proeza porque a força de Deus, o Espírito Santo, anima-nos interiormente. Somos diferentes porque somos sal da terra e luz do mundo. Somos diferentes porque testemunhamos o Cristo vivo entre nossos contemporâneos.

06 outubro 2010

Sexualidade: uma perspectiva cristã

Dr. Apolos Landa


A sexualidade é um assunto importante para os cristãos hoje em dia. Ela não pode mais ser deixada de lado, como algo sobre o qual não falamos e com o qual só lidamos na vida privada. Devemos encarar os resultados do comportamento sexual que vemos na nossa sociedade.
A intenção de Deus para o sexo
Não há motivo algum para considerarmos o sexo como algo mau e pecaminoso. Quando vemos o que a Bíblia diz sobre o sexo, vemos que Deus quis que ele fosse uma das dádivas mais bonitas e maravilhosas. O propósito não é apenas a reproduções sexual. Deus criou o sexo para construir um relacionamento matrimonial eficaz, com base no desfrute e deleite mútuos. Deus criou o sexo para o prazer, como uma expressão do amor para que ambos o homem e a mulher o desfrutassem. O sexo não deve ser uma obrigação penosa. Porém, tampouco o prazer físico é o seu único propósito. 
Casamento
O ideal de Deus é que nos abstenhamos antes do casamento e sejamos fiéis aos nossos parceiros dentro dele. Estes limites são para a nossa própria proteção. O sexo deve ser uma fonte de deleite e satisfação, que ajuda a unir os casais, mas, muitas vezes, as experiências prévias podem ser prejudiciais. O sexo foi criado para relacionamentos permanentes, leais e que respeitam ambos os parceiros.
Deus estabeleceu um lugar seguro para que descobríssemos, desenvolvêssemos e desfrutássemos a nossa sexualidade ao máximo. Este lugar é dentro do relacionamento em que os parceiros se pertencem e se doam mutuamente, o qual chamamos casamento. Temos de compreender que o casamento não é apenas uma cerimônia civil ou religiosa. Isto é somente o testemunho público de um casamento. O casamento é um relacionamento sincero, exclusivo e de amor entre um homem e uma mulher, que dura por toda a vida. O marido e a mulher precisam manter este relacionamento, sendo fiéis e se amando continuamente para o resto da vida. 
Conseqüências
Muitos planejadores da área da saúde e psicólogos concordam que o comportamento e as atitudes sexuais cada vez mais aceitos na nossa sociedade nas últimas décadas tiveram muitas conseqüências negativas. Há falta de conscientização sobre a saúde sexual, e é comum que as pessoas tenham vários parceiros sexuais diferentes. Estas coisas contribuem para a pandemia da AIDS (SIDA) e o aumento de outras infecções transmitidas sexualmente. Outras conseqüências são a gravidez na adolescência, os abortos, as crianças abandonadas e as mães e pais solteiros. As atitudes prejudiciais para com a sexualidade, tais como a idéia de que ser homem significa ser agressivo sexualmente, podem contribuir para a violência sexual, o abuso infantil e o estupro. Tudo isto deixa claro que o comportamento das pessoas não corresponde às intenções de Deus para o sexo e os relacionamentos.
Acredito que os cristãos precisam redescobrir o plano de Deus para a sexualidade. Precisamos examinar as nossas crenças, os nossos estilos de vida e refletir sobre o exemplo que damos com o nosso comportamento. Temos a responsabilidade de colocarmos em prática uma alternativa radical de atitudes saudáveis para com o sexo. 
Jovens
Não vivemos num mundo ideal. Há muitos fatores que pressionam os jovens na nossa sociedade e que os tornam impacientes para fazer sexo. Alguns dos fatores a serem considerados são as crenças culturais, os valores e os costumes, as experiências da infância, o ambiente social e o impulso sexual poderoso que faz parte da nossa natureza física. Com uma nutrição e uma saúde física melhores, muitas vezes, os jovens podem chegar à puberdade mais cedo, às vezes, aos nove ou dez anos de idade. Porém, em muitos países, eles provavelmente só se casarão quando estiverem nos seus vinte anos. Os jovens sofrem pressão constante dos meios de comunicação em massa, tais como a televisão, as revistas e a internet. Os meios de comunicação estão repletos de imagens sexuais e informações errôneas. Acrescente a isto a curiosidade natural dos jovens, o seu desejo de experimentar e a tendência normal de subestimarem os riscos, e podemos ver por que a experiência sexual, com freqüência, começa cedo na vida.
Para os jovens, a pressão dos outros jovens pode ser muito forte. Os adolescentes, muitas vezes, lutam para terem a sua própria identidade. Os jovens procuram a aceitação e a aprovação dentro do seu grupo de jovens. Eles precisam de uma boa auto-estima para serem capazes de desafiar a pressão dos outros jovens e tomarem as suas próprias decisões. Os exemplos também são muito importantes. As boas relações com os pais são um fator essencial para o desenvolvimento, pois tendemos a reproduzir as situações que vivemos no nosso próprio lar. Foi visto, através de estudos, que as crianças que crescem testemunhando relacionamentos violentos geralmente são menos capazes de formar relacionamentos saudáveis e estáveis mais tarde na vida. Os professores, outros parentes e amigos mais velhos também podem ter uma influência forte, assim como pessoas famosas na cultura juvenil, tais como músicos e atores. Com muita freqüência, esta influência pode ser negativa, e não positiva. Se a igreja permanecer calada, como poderemos ajudar os jovens a fazerem boas escolhas?
Às vezes, porém, as pessoas têm pouca opção. As desigualdades entre os sexos fazem com que as mulheres, muitas vezes, tenham pouco controle sobre as suas decisões sexuais. A pobreza pode fazer com que as pessoas não tenham nenhum meio de sobrevivência, a não ser através do trabalho sexual. 
O que podemos fazer?
Precisamos proporcionar informações precisas sobre questões sexuais e bons exemplos para os jovens. Devemos ajudálos a criar uma boa auto-estima e boas atitudes em relação ao sexo, para que eles possam tomar boas decisões e evitar o comportamento arriscado. Não podemos fazer isto se tivermos vergonha de falar sobre estas questões. Devemos começar reconhecendo que a sexualidade é uma parte importante e integral do ser humano, a qual deve ser valorizada e respeitada, e não ignorada ou negada. Precisamos compreender o verdadeiro propósito do sexo e eliminar os mitos e as idéias errôneas.
O Dr. Apolos Landa é o Coordenador Regional da América Latina e do Caribe da Luke Society International. E-mail: panluk@usa.net